A ideia de globalização foi criada por economistas de direita nos EUA, e estimulou mundo afora a fabricação de teorias úteis aos patrões e donos do dinheiro – Armen Mamigonian (professor do departamento de geografia da Universidade de São Paulo).
Este pensamento interessante deste professor e investigador de invejável curriculum, é a ponta de um iceberg, que aparece contextualizado e fundamentado num artigo, intitulado “Imperialismo – Universidade e pensamento crítico” para ler em:
Nele escreve Armen Mamigonian que “o maior inimigo da humanidade, o mais destrutivo e o mais corruptor, é actualmente o imperialismo norte-americano. Mas ele é celebrado pelos seus intelectuais domesticados, tanto na metrópole quanto na periferia, como defensor da democracia e da liberdade, assim como havia se erigido em defensor da “civilização ocidental e cristã” após a segunda guerra mundial, diante do chamado “perigo” soviético. Hoje em dia, seus intelectuais se esforçam em eliminar do vocabulário académico expressões como imperialismo, centro-periferia, Terceiro Mundo, socialismo, etc. Chegaram perto de obter êxito, usando o rolo compressor do “pensamento único”, expressão cunhada por Ignácio Ramonet, do jornal Le Monde Diplomatique. Mas para aqueles que não são ingénuos, nem incautos, o terrorismo do chamado pensamento único não foi surpreendente”.
Este pensamento interessante deste professor e investigador de invejável curriculum, é a ponta de um iceberg, que aparece contextualizado e fundamentado num artigo, intitulado “Imperialismo – Universidade e pensamento crítico” para ler em:

Nele escreve Armen Mamigonian que “o maior inimigo da humanidade, o mais destrutivo e o mais corruptor, é actualmente o imperialismo norte-americano. Mas ele é celebrado pelos seus intelectuais domesticados, tanto na metrópole quanto na periferia, como defensor da democracia e da liberdade, assim como havia se erigido em defensor da “civilização ocidental e cristã” após a segunda guerra mundial, diante do chamado “perigo” soviético. Hoje em dia, seus intelectuais se esforçam em eliminar do vocabulário académico expressões como imperialismo, centro-periferia, Terceiro Mundo, socialismo, etc. Chegaram perto de obter êxito, usando o rolo compressor do “pensamento único”, expressão cunhada por Ignácio Ramonet, do jornal Le Monde Diplomatique. Mas para aqueles que não são ingénuos, nem incautos, o terrorismo do chamado pensamento único não foi surpreendente”.
Um artigo a não perder, porque a consciência crítica brota do saber adquirido.